Por Que a Casa Cheia Ainda É a Mais Feliz
Por Que a Casa Cheia Ainda É a Mais Feliz Por Gabriel Matos | Mente em Evidência Todo brasileiro conhece aquele almoço de domingo. A mesa é grande demais para a sala, mas sempre arrumam mais uma cadeira. A sogra trouxe o arroz. A cunhada chegou com o namorado novo pela primeira vez. Os filhos pequenos correm entre as pernas dos adultos enquanto alguém já iniciou a discussão política que todo mundo havia prometido evitar. O cachorro latiu. A criança derrubou o suco. Ninguém parou de falar. Do lado de fora, alguém passando pela janela poderia classificar a cena como caótica. Mas dentro há algo difícil de nomear com precisão: uma sensação de estar no lugar certo, de que aquela bagunça específica é, de alguma forma, o que importa. Não a bagunça em si, mas o que ela representa: presença, calor, pertencimento. Essa cena acontece, com variações, em milhões de lares brasileiros todo fim de semana. E a ciência tem algo bastante direto a dizer sobre ela. O World Happiness Report 2025, o ma...